Pular para o conteúdo principal

O TERMOMETRO DA RELACAO: Por Que. Paramos de Beijar e Como Resgatar a Conexão??? Veja mais

O Termômetro do Relacionamento: Por Que Paramos de Beijar e Como Resgatar a Conexão?



           Você já parou para pensar na importância de um beijo? 

           Não um selinho rápido, mas aquele beijo demorado, que transmite paixão, carinho e conexão. 

          Muitas vezes, na correria do dia a dia, acabamos deixando essa prática tão vital para segundo plano, e nem percebemos o impacto que isso pode ter em nossos relacionamentos.

        ​É comum ouvir que "mulheres não ficam bravas", mas a verdade é que muitas vezes elas demonstram seu descontentamento de outras formas, e a interrupção do beijo pode ser um sinal silencioso e devastador. 


      Quando o beijo para, é como se o termômetro do relacionamento começasse a cair, esfriando a intimidade e a cumplicidade.

​Por que isso acontece?

​      Muitas vezes, a resposta está na rotina.            A falta de tempo, o estresse, as preocupações do dia a dia... tudo isso pode nos afastar daquela espontaneidade que o beijo representa.


      A pessoa pode pensar: "Se eu beijar, vai ter que enrolar, e hoje eu não estou a fim". E assim, o beijo vai sendo negligenciado, até se tornar uma exceção, não mais a regra.

      ​O problema é que o beijo é muito mais do que um ato físico. 

      Ele é uma forma de comunicação, de demonstração de afeto, de manutenção da chama.

      Quando ele desaparece, a conexão emocional também pode se enfraquecer. O relacionamento pode se transformar em uma sucessão de beijinhos de "bom dia", "boa tarde", "boa noite", vazios de emoção e significado.

​Mas, e se eu te disser que existe uma solução simples para resgatar essa conexão?

        ​A proposta é ousada, mas incrivelmente eficaz: um beijo demorado por dia.

       ​Isso mesmo! Anote em um lugar visível, coloque um lembrete no celular, faça do beijo demorado um compromisso diário.

        Não é preciso um longo prelúdio, nem um momento especial. Apenas se permita beijar com intenção, com carinho, com paixão, por alguns segundos a mais do que o usual.

       ​Eu duvido que a sua vida sexual e afetiva não tome um impulso delicioso com essa simples prática. Eu aposto!

​E você, o que pensa sobre isso?

       ​Você concorda que o beijo é o termômetro do relacionamento? Já passou por uma fase em que o beijo foi negligenciado? 

     

Compartilhe suas experiências e opiniões nos comentários! Queremos saber se você está disposto a apostar no poder de um beijo demorado por dia.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

QUEM PASSOU DOS 50 PRECISA COMEÇAR A VIVER PARA SI Existe uma verdade que quase ninguém gosta de dizer em voz alta: viver preocupado o tempo todo com os problemas dos outros cobra um preço alto. Esse preço não aparece de um dia para o outro. Ele vem em forma de cansaço, frustração e arrependimento. Quando a pessoa passa dos 50 anos, esse peso começa a ficar ainda mais evidente. A vida já foi marcada por trabalho duro, sacrifícios e responsabilidades. E, mesmo assim, muitos continuam carregando dores que nem são suas. Preocupação excessiva não é prova de amor. Na maioria das vezes, é apenas um hábito aprendido ao longo da vida. E hábitos podem — e devem — ser revistos. Pais e mães passam décadas se anulando. Trabalham, economizam, deixam sonhos para depois. Tudo em nome de filhos, parentes e expectativas alheias. O problema é que o “depois” muitas vezes nunca ch...

QUANDO O SILÊNCIO DE UM HOMEM, DIZ MAIS QUE MIL PALAVRAS

                               Em muitos relacionamentos, o silêncio costuma ser interpretado como desinteresse ou frieza.                  No entanto, nem sempre ele significa ausência de sentimento.                  Em alguns casos, o silêncio pode ser um sinal de esgotamento emocional.                  Existe um tipo de homem que, quando para de falar, não está ignorando — está cansado.                   Cansado de tentar explicar, de se justificar, de provar valor.                   Esse silêncio não nasce da indiferença, mas da repetição de situações em que ele sente que nada do que faz é suficiente.                 ...